Todos os dias possíveis nós brincamos com o relógio, como se estivéssemos em uma roda gigante, e nela houvesse todas as coisas boas do mundo. Te levo para brincar no doce veneno do pecado, e também te embalo como a minha doce e frágil menina. Te pego no colo, e sinto teu gosto suave, que comanda meu todo, na escravidão para qual meu corpo se entregou. Brincamos de roda, e nos jogamos no mar. Fazemos bola de neve e nos inundamos em sentimentos gostosos, que nos levam às nuvens. Minha cabeça roda como no carrossel, sorrimos de mãos dadas, com medo de o vento nos desequilibrar e nos jogar ao chão. Encho teus olhos de alegria e por isso te vejo sorrir como o Sol que nos brinda pela manhã. Ou também como aquele Sol gostoso no fim de uma tarde de inverno, mandando embora o temporal. Brincamos de amor, de amar, e de saber. Testamos nossa curiosidade como quem prova do mel pela primeira vez. Testamos nosso poder de transpiração em tardes frias, e te engulo suada. Te desejo em uma praia de maravilhas - no meu abraço - e a companhia solo do pôr do Sol, aquecendo lentamente a brisa que nos bronzeia. Te persigo embaixo do edredom, e te dou um susto na calada da noite. Te proporciono um tremer de pernas, um retumbar de coração, e te dou um galhinho de treme-treme, pra dar sorte. Te levo no embalo de sorriso de criança, acentuado na face ingênua da doçura de ser inteiramente feliz. E te vivo, e te completo, e te amo. Pra todo o sempre.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Algodão doce
Todos os dias possíveis nós brincamos com o relógio, como se estivéssemos em uma roda gigante, e nela houvesse todas as coisas boas do mundo. Te levo para brincar no doce veneno do pecado, e também te embalo como a minha doce e frágil menina. Te pego no colo, e sinto teu gosto suave, que comanda meu todo, na escravidão para qual meu corpo se entregou. Brincamos de roda, e nos jogamos no mar. Fazemos bola de neve e nos inundamos em sentimentos gostosos, que nos levam às nuvens. Minha cabeça roda como no carrossel, sorrimos de mãos dadas, com medo de o vento nos desequilibrar e nos jogar ao chão. Encho teus olhos de alegria e por isso te vejo sorrir como o Sol que nos brinda pela manhã. Ou também como aquele Sol gostoso no fim de uma tarde de inverno, mandando embora o temporal. Brincamos de amor, de amar, e de saber. Testamos nossa curiosidade como quem prova do mel pela primeira vez. Testamos nosso poder de transpiração em tardes frias, e te engulo suada. Te desejo em uma praia de maravilhas - no meu abraço - e a companhia solo do pôr do Sol, aquecendo lentamente a brisa que nos bronzeia. Te persigo embaixo do edredom, e te dou um susto na calada da noite. Te proporciono um tremer de pernas, um retumbar de coração, e te dou um galhinho de treme-treme, pra dar sorte. Te levo no embalo de sorriso de criança, acentuado na face ingênua da doçura de ser inteiramente feliz. E te vivo, e te completo, e te amo. Pra todo o sempre.
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Muito lindo!
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