Forasteira que brinca dentro do meu imaginário
ousa ainda me desconsertar
Brincando em mim de poesia
ela tem a ganância de me devorar
Gananciosa ela esquece os obstáculos e eu ingênua
ainda me entrego sem pensar.
Mas esse teu amor eu não temo, bela flor...
porque meus olhos dele dependem para brilhar.
E assim, eu vou te devorando...
como se o mundo nunca pudesse acabar
E assim, me despeço das minhas defesas
para em teus braços eu me atirar.
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