Ao som de Anna (go to him), dos Beatles eu vou sorrindo levemente, como quem não quer nada. Meu corpo desliza prazeirosamente sobre as nuvens, quando a música diz "All of my life, I've been searching for a girl to love me like I love you". Eu sei, nada nessa vida faz algum sentido, ao mesmo tempo em que o sentido é a razão de toda procura. Hoje acordei admirando o Sol, os patinhos na lagoa da praça Tamandaré, o modo das folhas caírem, e todas as coisas que só um coração bobo como o meu faz. A sensação é que a cada novo dia, me transbordo de sensações desconhecidas. Vivo numa intensidade de prazeres, de culpas, de perdas e ganhos, e de mil outros feelings que não caberiam aqui, mas que caem como uma luva dentro de mim. Esse é meu aprendizado, e não sou dessas de passar pela vida sem viver. E não, o mundo não tem me tratado mal. Eu gosto de viver cada uma dessas loucuras cotidianas tanto quanto gosto de olhar para o nada e enxergar a vida acontecer. Quando de repente decido me jogar dentro dessas fantasias e devaneios que todos os dias inspiram minha mente. E eu saio pra andar só. Ando só no frio, na chuva, e em qualquer estação, porque gosto da minha companhia. Com a cabeça baixa, all stars e fones de ouvido, eu vou acompanhando os meus dias, e as mil sensações de estar só. Mas na verdade, eu nunca fico só. O infinito é realmente um dos deuses mais lindos. E eu vou mergulhar de cabeça em todas as escolhas que fizer. Hoje e sempre.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
"O infinito é realmente um dos deuses mais lindos..."
Ao som de Anna (go to him), dos Beatles eu vou sorrindo levemente, como quem não quer nada. Meu corpo desliza prazeirosamente sobre as nuvens, quando a música diz "All of my life, I've been searching for a girl to love me like I love you". Eu sei, nada nessa vida faz algum sentido, ao mesmo tempo em que o sentido é a razão de toda procura. Hoje acordei admirando o Sol, os patinhos na lagoa da praça Tamandaré, o modo das folhas caírem, e todas as coisas que só um coração bobo como o meu faz. A sensação é que a cada novo dia, me transbordo de sensações desconhecidas. Vivo numa intensidade de prazeres, de culpas, de perdas e ganhos, e de mil outros feelings que não caberiam aqui, mas que caem como uma luva dentro de mim. Esse é meu aprendizado, e não sou dessas de passar pela vida sem viver. E não, o mundo não tem me tratado mal. Eu gosto de viver cada uma dessas loucuras cotidianas tanto quanto gosto de olhar para o nada e enxergar a vida acontecer. Quando de repente decido me jogar dentro dessas fantasias e devaneios que todos os dias inspiram minha mente. E eu saio pra andar só. Ando só no frio, na chuva, e em qualquer estação, porque gosto da minha companhia. Com a cabeça baixa, all stars e fones de ouvido, eu vou acompanhando os meus dias, e as mil sensações de estar só. Mas na verdade, eu nunca fico só. O infinito é realmente um dos deuses mais lindos. E eu vou mergulhar de cabeça em todas as escolhas que fizer. Hoje e sempre.
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